
Nada se compara a beleza de um olhar,
Sincero, honesto e tímido.
Intenso e iluminado,
Talvez por brilho próprio dos anjos,
Ou pelo brilho da paixão.
Não importa...
E quando o brilho do olhar,
Funde-se com o encanto do sorriso?
Como explicar isso?
Estrelas e sóis...
Arco-íris,
Flores
E perfumes
Inebriantes...
Embate entre razão e emoção.
E quando o amor pinta uma aquarela?
Como é a tela?
Suave como um sussurro ao pé do ouvido...
Intenso como a passagem de um furacão...
Entorpecente como o ópio...
Em cores vivas?
Preto e branco?
Concreto ou abstrato...
Pintura ou retrato?
E se a felicidade grita:
Sou feliz...
E triste...
E o amor responde:
Sou o corretivo da tristeza!
O carrasco da solidão!
Como se explica isso?
Sincero, honesto e tímido.
Intenso e iluminado,
Talvez por brilho próprio dos anjos,
Ou pelo brilho da paixão.
Não importa...
E quando o brilho do olhar,
Funde-se com o encanto do sorriso?
Como explicar isso?
Estrelas e sóis...
Arco-íris,
Flores
E perfumes
Inebriantes...
Embate entre razão e emoção.
E quando o amor pinta uma aquarela?
Como é a tela?
Suave como um sussurro ao pé do ouvido...
Intenso como a passagem de um furacão...
Entorpecente como o ópio...
Em cores vivas?
Preto e branco?
Concreto ou abstrato...
Pintura ou retrato?
E se a felicidade grita:
Sou feliz...
E triste...
E o amor responde:
Sou o corretivo da tristeza!
O carrasco da solidão!
Como se explica isso?